Páscoa (1)
Março 28, 2008
“…Jesus de Nazaré que procurais, não está aqui. Ressuscitou”… Surpreendem-se com este pensamento… na verdade não tinham ainda entendido a escritura segundo a qual Jesus devia ressuscitar dos mortos, como tinha dito.
É o primeiro dia da semana: o Domingo – de manhãzinha, ainda momento de silêncio antes do despertar da natureza.
Momento de ressurgimento das forças do dia, que há-de deslumbrar em sol radioso, momento de uma vida renovada que se nos oferece para ser vivida. É o primeiro desafio.
As mulheres: testemunhas da Sua vida, da Sua paixão, morte e sepultura, primeiras a sentirem o sinal, querendo acreditar na vitória da vida, são a figura de todos quantos formam a comunidade de Cristo, aqueles que espontaneamente acreditam na Sua palavra.
Pedro:Vê os sinais no sepulcro que dão a entender que qualquer coisa de transcendente terá acontecido. Afinal o corpo não tinha sido roubado, como tanto temiam os judeus (e os romanos). O corpo não está ali mas os panos em que tinha sido envolvido na véspera ali estão a seus olhos. O corpo de Cristo largou tudo o que o prendia à terra e tornou-se glorioso na eternidade apontando-nos uma vez mais o caminho para O seguirmos.
Jesus Cristo passou da morte à vida, não para uma nova vida material, como a que viveu até ao Calvário, porque se assim fosse ficaria de novo sujeito à morte, mas sim para uma vida sobrenatural e gloriosa. Mistério da nossa FÈ.
Em face destes acontecimentos, em face disto, qual é a nossa postura?
A resposta é de cada um e temos de a procurar e de a encontrar individualmente.
Procuro eu encontrar os sinais de Deus na mensagem de Cristo?
Procuro esses sinais também na Ressurreição?
Como os discípulos vou também célere ao encontro de Jesus e acredito realmente que é um ressuscitado?
E a minha vida é a de quem acredita na morte e ressurreição? Eu sou também um ressuscitado?
Se o sou, devo então correr também a anunciar que o sepulcro está vazio porque Ele ressuscitou.
Eu sou um discípulo (aquele que se disciplina) de Cristo. A Sua ressurreição, implica a minha também.
ZéLuiz
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1.
miná | Março 28, 2008 at 22:16
Zé Luiz: gostei de ler o seu texto como reflexão , mas gostei muito também da imagem que o ilustra|
É sua ou do Padre Zé Carlos?
Quer seja dum ou doutro gostava de a possuir mas em ponto maior; como é que isso se faz? (perdoem a minha ignorância mas respondam-me por favor)
2.
José Sá | Março 28, 2008 at 23:28
Tão simples como clicar em coma dela. Irá aparecer só a imagem ampliada. Depois, com o botão direito do rato, clique em cima e mande guardar. Tudo de bom.
3.
miná | Março 31, 2008 at 21:10
Olá, uma vez mais!
Elaborei um cartaz para a catequese do 3ºano, sessão nº21, com a imagem deste texto que considero ficou muito interessante e aplactiva para o grupo em causa; eu, catequista ,acho-a com muito significado e também muito alegre, com muito colorido, como as crianças apreciam.Oxalá « surta » o efeito que espero!