Educação
Maio 29, 2008
Uma carta de um sobrevivente dos campos de concentração judeu, ao director do New York Time.
“Caros professores, sou um sobrevivente de um campo de concentração. Os meus olhos viram o que jamais olhos humanos deveriam ver:
- Câmaras de gás construídas por engenheiros doutorados;
- Adolescentes envenenados por físicos eruditos;
- Crianças assassinadas por enfermeiras diplomadas;
- Mulheres e bebés queimados por bachareis e licenciados.
Por isso desconfio da Educação.
Eis o meu apelo: ajudem os vossos alunos a serem humanos. Que os vossos esforços nunca possam produzir monstros instruídos, psicopatas competentes.
A leitura, a escrita e a aritmética só são importantes se tornarem as nossas crianças mais humanas.”
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1.
Carla (Catequista 2º Ano) | Maio 30, 2008 at 07:31
Olá a todos, bom dia!!!!
Como estou de acordo….e não poderia ser um tema mais actual.
Tanto se fala da educação, da escola, dos bons professores, dos maus alunos, das avaliações, das pressões!!! Claro que é importamte que o ensino seja de qualidade, mas….e os valores???Alguém dá importância a esta vertente, que para mim é a mais importante??? Para quê exigir-se uma média de 19 para se ser médico?? Ok…são inteligentes…e depois, serão humanos??? Estarão á altura de lidar com a fragilidade das pessoas, com as suas carências??? Não estão…Ou pelo menos uma grande parte não está.
O mesmo se passa no quotidiano da nossa vida paroquial, em qualquer grupo pastoral: para quê grandes teorias, grandes foclores, se não passam disso mesmo..O importante é FAZER com alma, com amor, com doação, com entrega..esta acção vai ter muito mais impacto no outro, do que qualquer palavra.
2.
miná ( Famalicão) | Maio 30, 2008 at 22:43
Olá Carla!
Não nos conhecemos «fisicamente», mas interiormente posso afirmar que nos conhecemos bem, pois já não é a primeira vez que temos ideias e conceitos iguais. Concordo plenamente contigo, com todas essas interrogações que fazes, pois são as mesmas que eu formulo.