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A missão do Pastor

Maio 21, 2008

Embora já haja aqui e ali bispos mais novos em idade, não se sentem ainda sinais de que alguma coisa possa mudar. Continuam os nossos bispos a pautar a sua acção pelo calculismo e pelo medo de implementar, nas suas terras de Missão, as alterações necessárias enquanto é tempo. Não se sente que tenham a capacidade (assim parece) ou a vontade de criticar o que se lhes mostra não estar tão bem ou mesmo aquilo que eles próprios vêem pessoalmente ter de ser adaptado às novas realidades das sociedades modernas.

Não os vemos a tomar a iniciativa de mobilização, nestes tempos de mudanças muito profundas das mentalidades e passarem a abordar “as coisas da Igreja” com outra abertura (não ligeireza) mais compatível com os tempos e as realidades actuais.

Leiam o artigo todo, clicando AQUI. Vale mesmo a pena.

3 comentários leave one →
  1. ZéLuiz permalink
    Maio 23, 2008 18:45

    Olá amigos!

    O vosso pároco achou por bem incluir neste seu (nosso) “blog” o texto “A Missão do Pastor”, que vos aconselha a ler.
    Trata-se de um texto que aparece no seguimento de algumas participações que apareceram neste espaço a propósito da celebração do Perdão, em pleno tempo de Quaresma.
    Trata-se de uma reflexão pessoal que resolvi em espírito de amizade partilhar convosco. Espero agora que com o mesmo espírito possam partilhar comigo (connosco) também a vossa opinião.
    Vemo-nos por aí,
    ZéLuiz

  2. Maio 27, 2008 10:47

    A missão do pastor é ajudar, orientar. Para isso, tem de contar com a sua experiência, os seus conhecimentos, mas também com a sua capacidade de escuta, de diálogo, humildade e proximidade.
    A Hierarquia da Igreja diz-nos que a Igreja somos todos nós. Mas Cristo disse que entre nós ninguém se considere acima dos outros. O próprio Cristo diz que carregamos os outros com fardos pesados e ninguém com um dedo lhes tocamos. Vinde a mim que sou pobre e humilde de coração e eu vos aliviarei, diz Jesus.
    Se a Igreja somo todos nós, deixemos que nós sejamos Igreja. Deixemos os Cristãos falar. Não queiramos cristãos obedientes mas cristãos lúcidos, com uma fé clarificada e pessoal. Com o pressuposto de proteger a doutrina de Cristo (se calhar é mais dos homens que de Cristo), daqui a pouco não temos ninguém de quem a proteger. Jesus nunca quis esse tipo de protecção.
    O Vaticano II abriu um pouco as portas aos leigos. Ao menos deixou-os entrar. Agora está na altura de os ouvir. É preciso fazer caminhar o espírito do Vaticano II. Todos o citam, mas poucos lhe respeitam o objectivo e os desafios que lá foram deixados.

  3. Miná(Famalicão) permalink
    Maio 28, 2008 16:32

    Nós, os leigos, não nos sentimos muito à vontade para falar dos «Bispos», pois pouco se dão a conhecer no meio das comunidades, pouco sabemos do que fazem nos seus gabinetes dos Paço Episcopal!
    Vemos os srs. bispos em celebrações especiais, visitas pastorais ( préviamente planeadas), o que se torna um pouco « artificial» o seu trabalho…
    De vez em quando mandam cá para fora « umas normas diocesanas», e a gente fica a saber quase o mesmo…
    Eu gostava que os srs. bispos estivessem mais no meio do POVO e que fizessem trabalhos pastorais como os verdadeiros Pastores, para assim conhecerem as suas ovelhas»

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