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Viver

Setembro 28, 2008

Viver é a coisa mais rara do mundo.
A maioria das pessoas apenas existe

(Oscar Wilde)

Viver significa: ter consciência de si e dos outros;
ter autonomia no pensar e no agir;
possuir capacidade de reflexão crítica;
ter a capadidade de ser livre, comprometendo-se;
saber construir pontes, em vez de muros;
ser tolerante com todos;
ter uma mente aberta à novidade de cada dia;
aprender com os erros, levantando-se a cada queda;
aprender a fazer caminho;
saber dialogar com todos, sobretudo, os diferentes;

3 comentários leave one →
  1. miná ( Famalicão) permalink
    Outubro 1, 2008 18:28

    ..ter uma mente aberta à novidade de cada dia…

  2. Manuel permalink
    Outubro 2, 2008 23:22

    Saber Viver

    Não sei… Se a vida é curta
    Ou longa demais para nós,
    Mas sei que nada do que vivemos
    Tem sentido, se não tocamos o coração das pessoas.

    Muitas vezes basta ser:
    Colo que acolhe,
    Braço que envolve,
    Palavra que conforta,
    Silêncio que respeita,
    Alegria que contagia,
    Lágrima que corre,
    Olhar que acaricia,
    Desejo que sacia,
    Amor que promove.

    E isso não é coisa de outro mundo,
    É o que dá sentido à vida.
    È o que faz com que ela
    Não seja nem curta,
    Nem longa demais,
    Mas que seja intensa,
    Verdadeira, pura… Enquanto durar
    (Cora Coralina)

    Cora Coralina, pseudónimo de Ana Lins do Guimarães Peixoto Brêtas
    (20/08/1889 — 10/04/1985)
    Mãe de 4 filhos, viúva aos 45 anos
    Pasteleira, sim…”doceira”, leram bem
    Começou a escrever poemas e contos aos 14 anos, estudou até à terceira classe
    Aos 70 anos, decidiu aprender dactilografia para preparar suas poesias e enviá-las aos editores
    Aos 75 anos, ela conseguiu realizar o sonho de publicar o primeiro livro, Poemas dos Becos de Goiás e Estórias
    Nos últimos anos de vida, quando a sua obra foi reconhecida, participou em conferências, homenagens e programas de televisão, mas não perdeu a doçura da alma de escritora e “doceira”.
    Considerava os doces cristalizados de caju, abóbora, figo e laranja, obras melhores do que os poemas escritos em folhas de caderno
    Este “Viver” que o padre José Carlos escolheu permitiu-me (baralhou-me) deambular por entre pensamentos díspares. A dificuldade na orientação do caminho que iria escolher, para comentar este tema, levou-me a optar por esta mulher que soube dar sentido à sua vida.
    Soube “SABER VIVER”

  3. Outubro 3, 2008 13:08

    Efectivamente, testemunhos destes fazem-nos pensar na “obrigação” de viver a vida em plenitude.

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