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Técnicas, instrumentos e subsídios na catequese

Dezembro 12, 2008

Existe um grande leque de possibilidades. Mas é preciso saber escolher quais a adoptar: tipo de catequese, pessoas envolvidas, objectivos a atingir, meios concretos disponíveis, o tempo que se tem. É preciso ser criterioso nesta selecção e não se deixar levar por motivos aleatórios e arbitrários.

O catecismo é apenas mais um dos recursos disponíveis. Não devem ser vistos e considerados como meio indispensável. Além do que, alguns catecismos são objecto de criticas: são compêndios doutrinais abstractos e distantes da vida; reflectem uma concepção pedagógica e didáctica obsoleta; Revelam-se instrumentos inadequados e ineficazes. Os catecismos são assim, um instrumento útil, mas apenas mais um instrumento possível entre outros, a serviço da catequese, ao qual não se deve atribuir um valor absoluto.

Não procuremos a solução para todos os problemas. Não existe a solução. Existem soluções. E uma mente aberta e disponível para a novidade, irá descobrir, adaptar, uma solução. O que importa é que as crianças e jovens tenham um papel mais activo e interactivo no seu processo de evangelização, a fim de qe ela se sorte verdadeiramente significativa para a vida rela.

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5 comentários leave one →
  1. Ana Moreira permalink
    Dezembro 12, 2008 18:35

    Na verdade a catequese é muito importante na formação de um cristão ,e não é só o catecismo que conta. A catequista tem um papel fundamental. Ela é a maior responsável pelo sucesso, pois acima de tudo tem que cativar e criar laços.Um catequista “chato” e antiquado já não serve nos dias de hoje, em que as crianças e jovens querem é algo moderno.Outra coisa que discordo é o facto de a mesma catequista dê catequese mais do que um ano seguido aos mesmos jovens. Esta renovação de um ano para o outro é muito importante.

  2. Dezembro 12, 2008 20:29

    Como resposta a Ana Moreira, gostaria de demonstrar o meu desacordo com a sua ultima ideia.

    Tal como disse no inicio do seu comentário, o catequista “tem que cativar e criar laços” e isso só é possível se houver um acompanhamento progressivo e continuado do catequista no mesmo grupo de jovens.

    A renovação de catequistas só é desejável quando algo não está bem… quando, precisamente, o catequista não está a ser capaz de “cativar e criar laços”.

    Cumprimentos.

  3. miná ( Famalicão) permalink
    Dezembro 12, 2008 22:46

    Concordo com a opinião do Ricardo.Eu entendo ser benéfico que o catequista acompanhe o grupo pelo menos durante cada «fase» do caminho catequético; dessa forma, sim, catequista e catequizandos, poderão criar os tais «laços de afecto, amizade, empatia, etc, etc

  4. José Sá permalink*
    Dezembro 13, 2008 14:34

    Fico contente por ver esta “discussão” temática no blogue. Haverá mais experiências a partilhar, ajudando, desta forma, a encontrarmos mais soluções?
    Aquilo que, neste momento, me apraz dizer é o seguinte: não devemos absolutizar as nossas experiências. Em primeiro lugar, é preciso que haja um plano de acção; depois a a concretização; finalmente, uma avaliação.
    Devemos colocar a primazia do nosso trabalho no sujeito, alvo do nosso trabalho. O que será mais benéfico para este grupo? Qual a melhor linguagem e a melhor estratégia? Como os posso envolver no seu próprio crescimento e formação?
    Já agora, mais um assunto a debate, que, depois, direi a minha opinião: será que se deve juntar vários grupos para o desenvolvimento da catequese? Há paróquias que adoptam esta estratégia (paróquias com mais do que um grupo do mesmo ano). Trará mais valias? Quais?

  5. Carla (Catequista 3º Ano) permalink
    Dezembro 15, 2008 08:59

    Olá…

    Também eu estou em desacordo com a última ideia da Ana…
    Se nos encontramos com as crianças/adolescentes uma vez na semana e apenas durante um ano, como nos poderemos tornar pare eles um porto de confiança, um laço, como poderemos amanhã passar por eles e ter uma palavra amiga??? Sem o acompanhamento nas suas diferentes etapas, não os chegaremos verdadeiramente a conhecer…
    Já dou catequese há 17 anos, e quando comecei (em Sequeirô) também havia a metedologia de uma catequista para um ano…..não concordava…quando iniciei com o 1º grupo, acompanhei-o até ao 10º, com o grupo seguinte igualmente….e com os “meus” meninos agora també….e é muito gratificante ficar com amigos, vê-los crescer na paróquiam enquanto membros activos da mesma…..é muito gratificante ver um ou outro (do 1º grupo) já casado….Estou convencida, que tudo isto me passaria ao lado, se tivesse passado com eles apenas 1 ano….Pouco a pouco em Sequeirô adoptou-se esta metodologia, e há já vários anos que trabalhamos desta forma: uma catequista acompanha um grupo desde o 1º ao 10º ano (salvo obviamente alguma excepção: por inadaptação, ou saída ), e penso, sinceramente, ser a mais benéfica em termos de catequese.

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