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Dia dos namorados

Fevereiro 12, 2009

O dia dos namorados está revestido de uma forte componente comercial. Mas a ideia de haver um dia para nos recordar da pessoa amada é bonita e útil. No entanto, devemos viver esse dia com sinceridade, isto é, como resultado de uma relação pautada pelo respeito mútuo, pelo amor contínuo, pelo diálogo fecundo. Que não seja um dia para esquecer os outros em que nos esquecemos.

Para celebrar esse dia, deixo uma recordação, que pode ser imprimida e oferecida. (download tamanho original)dia-dos-namorados-marcador

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5 comentários leave one →
  1. JoAnA permalink
    Fevereiro 12, 2009 23:42

    este marcador ta qualquer coisa de LINDO*

    eu adorei… ta diferente…as palavras sao especiais… sao bonitas e ao serem oferecidas sao sentidas* porque sao sentimentos que temos e que existem dentro de no’s… 🙂

    Gosteiii muitooo :]

    Um bom dia de Namorados* para os namorados e para os apaixonados =)

    Que aproveitam bem cada diaaa 😀 e que acima de tudo sejam muito felizess =D

  2. Fevereiro 13, 2009 00:32

    Já viram que a própria Igreja se desassocia deste “dia dos namorados”? porque será? não deveria aproveitar para ensinar os namorados a namorar? ou será que a Igreja tem medo destas coisas de corpos “juntos” e aos “beijos”? Não sei, não acham um pouco estranho? eu sempre achei e mesmo agora tendo estudado tantos anos, continuo sem perceber a verdadeira razão…

  3. Manuel permalink
    Fevereiro 13, 2009 00:50

    Amor, que o gesto humano na alma escreve,
    Vivas faíscas me mostrou um dia,
    Donde um puro cristal se derretia
    Por entre vivas rosas e alva neve.

    A vista, que em si mesma não se atreve,
    Por se certificar do que ali via,
    Foi convertida em fonte, que fazia
    A dor ao sofrimento doce e leve.

    Jura Amor que brandura de vontade
    Causa o primeiro efeito; o pensamento
    Endoudece, se cuida que é verdade.

    Olhai como Amor gera, num momento
    De lágrimas de honesta piedade,
    Lágrimas de imortal contentamento.

    Luís de Camões

  4. Fevereiro 13, 2009 00:57

    É verdade. Infelizmente, a Igreja, ou melhor, a hierarquia, não sabe muito bem lidar com esta questão. A Igreja tem medo do sexo, ou afectos mais carnais. Quando o faz é tudo demasiado simplista e pouco real. Faz falta que coloque valores e ajude a reflectir sobre o assunto, que eleve os padrões, mas sem medo, sem angústias. O homem é essência, espiritual, mas também é existência, carnal. Na primeira encíclica deste Papa, Deus é amor, Vento XVI dizia: ” Se o homem aspira a ser somente espírito e quer rejeitar a carne como uma herança apenas animalesca, então espírito e corpo perdem a sua dignidade. E se ele, por outro lado, renega o espírito e consequentemente considera a matéria, o corpo, como realidade exclusiva, perde igualmente a sua grandeza” (nº 5).
    Para quando a concretização?
    Este post já é um sinal disso mesmo. E no Conviveronline também. Aqui também somos Igreja.

  5. miná ( Famalicão) permalink
    Fevereiro 13, 2009 21:08

    É de aproveitar este trabalho tão bem concebido pelo nosso amigo P. Zé Carlos!
    Com a crise que está, foi uma bela ideia, aproveitem como eu!!!!

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