Skip to content

Leitura recomendada

Maio 7, 2009

Neste blogue vamos partilhando experiências, conquistas, conhecimentos, num clima de diálogo livre, disponível, reflexivo, crítico e de respeito. Uns artigos são mais comentados do que outros, mas acredito que, ao ritmo de cada um, todos aprendem de forma diferente, talvez a maioria, no silêncio da sua mente. O consciente segue as letras, e o inconsciente retiro aquilo que lhe faz falta. O mais importante é que cada um se encontre a si mesmo, reflicta sobre si e sobre o papel que desempenha no palco da sua vida. Não viva pelos outros e não deixe, ou espere, que os outros vivam por si. Os outros terão o poder sobre si que lhes der.

No domínio da catequese, temos sugerido muitas abordagens no intuito de promover uma renovação profunda na metodologia e estratégias a adoptar. Esta aprendizagem não aprece de uma forma rápida e inequívoca. É um caminho que se vai trilhando. Ao longo dele, vamos crescendo, por ventura, sem disso nos darmos conta. A preocupação excessiva e stressante do crescimento rápido, e de solução infalíveis e fáceis, podem ser uma armadilha que termine por minar o esforço pessoal e paulatino na busca deste crescimento.

Já fui apresentando alguma bibliografia que recomendo vivamente. Hoje, apresento mais um livro. É diferente dos outros livros. É um livro de histórias. É também um jogo. É uma forma de descoberta, conhecimento e desenvolvimento pessoal. Diverte. Quando se lê, tiremos as nossas lições que a alma precisa, mas não fiquemos por aí. É que a forma como somos tocados, é uma das estratégias que devemos concretizar no contacto com os outros. Ao fim e ao cabo, somos todos diferentes, mas todos iguais.
O livro de que falo: Histórias para contar consigo, de Margarida Santos e Rita Vilela, ed. Oficina do Livro (atenção: não recebo comissão… eheheheh).

Para os que assumem o papel de educadores, como um privilégio e uma responsabilidade, apresento este livro: Educar sem gritar, de Guilhermo Ballenato, ed. A esfera dos livros.
Partilhem aqui as vossas leituras, as vossas reflexões, as vossas histórias.

6 comentários leave one →
  1. Carla (Catequista 3º Ano) permalink
    Maio 11, 2009 09:15

    Olá…
    Fui à Fnac comprar um dos que recomendou: Educar sem Gritar.
    Acreditem….estou a precisar!!!

  2. Manuel permalink
    Maio 13, 2009 22:48

    E se, em vez de partilhar as minhas leituras, as minhas reflexões, eu partilhar o livro.

    Existe um conceito, já enraizado em vários locais por este mundo fora, que consiste em deixar um livro no banco de um jardim ou de uma praça, com o propósito de estimular a leitura e fazer com que os livros cheguem ao maior número de pessoas.

    Este conceito é, para além de económico, uma nova forma de potenciar a leitura, de criar novas amizades e trocas de informações, de criar uma comunidade de leitores desse mesmo livro. E como?

    Cada livro leva um código e instruções que, para quem o encontrar, faça um registo na Internet. Nesse registo, pode constar, entre outras opções, o nome de quem o leu, onde o encontrou e quando (data), que reflexões é que tirou da leitura………., que nos permita saber a viagem que o livro está a fazer.

    Padre José Sá, seria um óptimo desafio. Ofereço-me, se assim o entender, para dispor do livro que pode iniciar, na Lama e/ou Sequeiro, este conceito de partilha. É claro que é preciso preparar na Internet, um registo de todo o movimento do livro. Mas para isso, eu sei que, o padre Sá, é capaz de ultrapassar.

    Para uma melhor impressão do que vos falo, podem consultar o site (entre outros):
    http://www.livroviajante.com.br

  3. Manuel permalink
    Maio 13, 2009 22:52

    Um sitio optimo para o livro iniciar a sua “caminhada”…….. um qualquer banco da Igreja

  4. Maio 14, 2009 18:10

    Olá Manuel. A ideia que sugere é interessante, e parece-me que em Portugal já se implantou também. Mas o objectivo não é fomentar a leitura. Esse é outro assunto, igualmente interessante, mas que não se enquadra nos meus projectos, pelo menos a curto prazo.
    Apresento estes livros para ajudar as pessoas a reflectir e a encontrarem formação.
    Os meus livros são muito pessoais. Não os dou a ninguém, embora os possa emprestar. Eu costumo ler um livro com lápis na mão. Gosto de tomar notas, destacar alguma ideia interessante, uma outra perspectiva, e também aquelas com que não concordo. Posso dizer que o livro é um psicólogo, um amigo, um conselheiro, um professor e um espelho.

  5. miná ( Famalicão) permalink
    Maio 18, 2009 13:49

    Engraçado!
    Nunca me passaria pela cabeça, chamar a um livro« um espelho»!:….

  6. Manuel permalink
    Maio 20, 2009 11:01

    Olá padre José Sá, peço, em primeiro lugar, desculpa por só agora entrar em diálogo consigo, mas, como compreenderá, a vida nem sempre nos permite discernimento necessário para podermos dar a devida atenção a quem nos mereça.

    Voltando para o seu comentário, permita-me começar por lhe dizer que o percebo.

    Eu também sou/fui um “violador” da escrita alheia. Permita-me adjectivar essa apetência, de que faço “mea culpa”, pelo “roubo” das ideias, dos sentidos, dos conceitos, da envolvência da estória, o sublinhar de frases lidas e quantas vezes contadas. Mil vezes meditadas.

    Fui, em tempos que já lá vão, um adepto de “gatafunhar” as folhas que me passavam pelos olhos.

    Tomava como património exclusivo (que egoísmo) os livros que me davam prazer “violentá-los” com os meus sarrabiscos.

    Que bom uso dava (ou pensava dar) às palavras que lia. Aprendi muito e sinto que, ainda hoje, se pode aprender muito, em tentar fazer parte do escrivão da estória.

    Hoje em dia o livro só realmente me dá prazer se eu sentir vontade de falar nele, de o emprestar, de o dar, de o aconselhar, de sentir que fiz acrescentar em mais alguém o orgulho de ter lido as mesmas palavras.

    Quando lhe propus o desafio de partilhar o livro, não era meu único propósito incentivar a leitura, mas procurava ir de encontro à sua obra. Catequizar, Evangelizar.

    O meu primeiro pensamento foi mais para os jovens, para que o livro caminhasse entre eles e os comprometesse a falar do “reflexo” que as suas palavras lhes davam.

    Eu sei, padre José Sá, que a sua obra está a frutificar. Ainda ontem li rasgados elogios que os seus “filhinhos” fizeram no Conviver. Isso é sinal que a sua caminhada está no sentido certo.

    Um abraço

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: