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Os dois prisioneiros

Outubro 8, 2009

Um dia, dois homens foram feitos prisioneiros. Os raptores, meteram o primeiro numa jaula, dizendo-lhe: Tens 10 minutos para fugires. Ao fim desse tempo, colocamos um tigre na jaula. O homem debateu-se com toda a energia para se libertar. Avistou a chave da jaula, do lado de fora, no chão, e tentou, por todos os meios, alcança-la. Depois de passado o tempo, entrou o tigre que devorou o prisioneiro.

Ao segundo, deram-lhe as mesmas indicações. Depois dos primeiros momentos de nervosismo, e ao ver que também não conseguia alcançar a chave, respirou fundo, dirigiu-se à porta da jaula, meteu a mão, e a porta abriu-se, conquistando desta forma a sua liberdade.

7 comentários leave one →
  1. Luís Carlos permalink
    Outubro 8, 2009 22:22

    Realmente é nos momentos de aflição, que nada vemos a frente, nem sempre somos capazes de ter a cabeça no lugar e tentar todo o que é possível. Faz pensar…

  2. Outubro 9, 2009 07:16

    De Paulo Coelho:
    O pastor cuida de seu rebanho, trata cada animal como se fosse o único, procura ajudar as mães com as crias, jamais se afasta muito de um lugar onde os animais possam beber.

    Entretanto, uma vez por outra, uma das ovelhas termina morrendo num acidente. Pode ser uma cobra, um animal selvagem, ou mesmo a queda de um precipício.

    Mas o inevitável sempre acontece. É preciso disciplina e paciência para ultrapassá-lo.

    E esperança. Quando ela não existe mais, não se pode gastar as energias lutando com o impossível. Não se trata de esperança no futuro. Trata-se de recriar o próprio passado. As pessoas se dirigem a algum lugar e um dia retornam.

    Alguns não conseguem encontrar o que estavam buscando, porque tinham carregado consigo – junto das bagagens – o peso do próprio fracasso anterior.

    Uma ou outra volta com um emprego no governo, ou com a alegria de ter educado melhor os seus filhos – mas nada além disso. Porque o passado as havia deixado temerosas, e não tinham confiança suficiente em si mesmas para arriscar muito.

    Outras pessoas também retornavam, mas com histórias maravilhosas.
    Tinham conquistado tudo que desejavam, porque não estavam limitadas pelas frustrações do passado.

    Se você tem um passado que não o deixa satisfeito, esqueça-o agora. Imagine uma nova história para a sua vida, e acredite nela. Concentre-se apenas nos momentos em que conseguiu o que desejava – e esta força irá lhe ajudar a conseguir o que quer.

  3. Luís Carlos permalink
    Outubro 9, 2009 12:03

    Ora nem mais e tambem uns bons desafios lançados pelo Jc aqui na nossa freguisia ajudam sem duvida, a atirar pela janela sentimentos negativos do passado. 😉

  4. fatimapereira permalink
    Outubro 10, 2009 23:57

    Como diz a canção “mudar de vida”…
    mas não é assim tão fácil, é até extremamente difícil, que o digam os psiquiatras, como às vezes uma culpa pequenina e velhinha, desequilibra completamente uma pessoa…

    Nas Oficinas de Oração há uma sessão chamada de “Holocausto” que depois de uma reflexão profunda de tudo o que não aceitamos em nós, que nos magoa, desilusões, frustrações, raivas, medos e culpas… se despejam-se num papel e depois debaixo das estrelas, queimam-se. “Conscientes de nossas limitações e acreditar na nossa força interior! Esta força pode trazer-nos de volta da morte para a vida”!

    Nós sabemos que a fé move montanhas!

    Quando li esta história não percebi patavina, mas pensei que muitas vezes, complicamos tudo sem ver que a solução está mesmo ali…
    Porque depois de tanta esforço ser devorado…é dose!!!

    Bom fim de semana

  5. Outubro 11, 2009 12:41

    À parte do dramatismo da história, e reforçando o testemunho da Fátima, pensemos um pouco:
    1.Quantas vezes, na vida, estamos prisioneiros, dos nossos preconceitos, ou aos preconceitos dos outros cntra nos?
    2. Quantas vezes, em busca de uma solução para um problema, por não sabermos gerir as nossas emoções e conflitos internos, sobretudo, os negativos, deixamos que o problema que queremos evitar, nos devore, e mate a nossa liberdade, a nossa alegria, a nossa paz de espírito?
    3. Quantas vezes nós temos a solução ao nosso alcance, bastando para isso termos coragem de tomar decisões, e arriscar, de lutar? Porque nos esquecemos de que ninguém pode ser feliz ou infeliz em nossa vez? Preferimos insistir na mesma solução, duvidamos do mais óbvio, insistimos apenas num único ponto de vista, em lamentar em vez e alterar. Existe muita coisa que não podemos alterar. Mas a forma como deixamos que essas coisas nos afectam, essa podemos alterar.
    Aproveitando a sujestão da fátima, queimemos, dentro da nossa cabeça, os nossos medos, receios, a falta de auto-estima, preconceito, o desejo de que todos gostem de nós

  6. Joana P. permalink
    Outubro 11, 2009 13:41

    ás vezes é mesmo assim…
    quando temos que encontrar soluções…entramos em stress…nao paramos para pensar…
    e fazemos coisas que nao era aquilo que realmente queriamos…e que devia ser feito…
    deveriamos sim fazer como o segundo prisioneiro … que parou pensou… arriscou e a porta estava aberta… nao foi dificil…bastou parar e pensar…
    e as vezes com toda a pressao que colocamos em cima de nos mesmos…nem pensamos…
    e as escolhas que pensamos serem as melhores e mais certas…são as piores, as que nao nos trazem a solução que procuravamos..

  7. Cátia permalink
    Outubro 14, 2009 21:01

    realmente, há coisas fantásticas não ha

    muitas vezes as soluçoes tão á frente dos nosso olhos. isto faz mesmo pensar

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