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Prepare o amanhã… mas viva hoje

Janeiro 16, 2010
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Não deveríamos esperar por ter a saúde comprometida para recuperar o valor da existência. Precisamos de exaltar a vida quando somos saudáveis. Devemos procurar viver cada minuto com intensidade como se fosse o último. Viver cada dia com vibração como se fosse único. Amar as pessoas próximas como se fôssemos deixar de as ver.
Pense no amanha apenas para fazer planos e tomar algumas precauções, mas não viva o amanhã. Encene a peça da vida no palco do tempo presente – do hoje – como se fosse o último espectáculo.
Uma pessoa insegura destrói o seu presente porque se atormenta com problemas que ainda não aconteceram.
(Cury)

Não antecipar o amanhã é o mesmo que não imaginar que o amanha vai acontecer, invariavelmente, como nós o imaginamos. E por isso, já sofremos por antecipação. Desenvolvemos uma visão parcelar da realidade, ou da nossa visão da realidade. Aprendamos a desenvolver uma visão multi-focal, a ver de diferentes perspectivas a mesma realidade. É preciso aprender a controlar o síndrome do pensamento acelerado, em que antecipamos tudo. Quem vive com o medo do que irá acontecer amanhã, já não vive o presente. Quem está com medo de morrer amanha, e o antecipa mentalmente, já está a morrer hoje para o seu presente. Preparar o amanhã não é o mesmo de o viver hoje.

Aprendamos a confiar em Deus e a entregar nas suas mãos algum ânsia que sentimos. Deus também providencia.

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2 comentários leave one →
  1. miná ( Famalicão) permalink
    Janeiro 22, 2010 21:34

    «Deus também providencia»-boa, gostei e acredito mesmo.

  2. Manuel permalink
    Janeiro 27, 2010 12:46

    Claro que sim! Devemos viver o dia de hoje, porque é o único que acontece, que existe, que respiramos. Só que……?????

    Em tempos que já lá vão, um punhado de homens permitiu libertar a nossa angústia, os nossos medos, a nossa pobreza, de uma existência atrofiada, dando um rosto alegre ao nosso futuro. Aprendemos, nessa altura, que a vida de cada um era de tal modo grandiosa, que não precisava “pisar” o espaço dos outros para usufruir do meu que era igualmente imenso. Falava-se de liberdade, fraternidade, igualdade. Falava-se de tudo com um sorriso franco, aberto, alegre. O futuro, desse tempo, não me preocupava, era risonho.

    Ontem, folheava os jornais diários e me dei conta que afinal não basta viver o presente para criar um futuro melhor para os meus filhos, tenho de estar atento, preocupado, com medo de todos aqueles cujas asas já não cabem no imenso espaço que a liberdade lhes proporciona.

    Eu vou dar um nome à menina de 12 anos de Ponta Delgada, fictício mas um nome. Todos temos de perceber que em cada rosto há um nome, há um ser humano com todos os direitos para não querer viver o futuro, só que à “Maria” foi tirado o prazer de não querer lá chegar, porque a violaram no presente.

    Infelizmente, abundam “Marias” e “Maneis” por esse mundo fora, de todas as idades, cuja liberdade de poder viver o dia de hoje foi barbaramente estropiada por “vermes”, estes sim sem nome.

    Medo do dia de amanhã?
    Desculpem, eu tenho, mas continuo a querer viver o presente!

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