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Pulseira “faceis”

Janeiro 14, 2011

Quem é escuteiro, sabe da grande renovação pedagógica que está a ser efectuada no escutismo. Hoje pretende-se dar mais destaque à formação contínua, ao ser da pessoa, nos mais variados campos de acção. O sistema de progresso também sofreu profundas alterações. Desenvolve-se em torno de 6 eixos formativos, chamadas áreas de desenvolvimento. A saber: física, afectiva, carácter, espiritual, intelectual e social. Estas áreas foram estruturadas tendo por base 3 trilhos, em cada uma, que se dividem em diversos objectivos, por forma a especificar e concretizar cada área de desenvolvimento, adaptando-a a cada fase de crescimento dos escuteiros.

Estes dias, planeamos uma actividade para lobitos. Se na área de desenvolvimento espiritual, se fala do conhecimento da criação do mundo, resolvemos abordar esta temática e cruzá-la com as áreas de desenvolvimento. Planeamos uma viagem pelos dias da criação. A viagem começou com o filme da criação, já disponibilizado neste blogue. Seguidamente, os lobitos receberam o seu passaporte (caderneta). Para cada etapa da viagem (os dias da criação) recebiam um cromo que seria colocado no lugar respectivo. Partilhamos esta ferramenta aqui.

“Os pensamentos tornam-se acções; as acções tornam-se hábitos; os hábitos tornam-se o nosso carácter e este torna-se o nosso destino”. Para que os lobitos se familiarizarem com os símbolos das áreas de desenvolvimento, e se lembrarem que diariamente devem esforçarem-se por concretizarem os seus trilhos, pensamos e elaboramos as pulseiras “faceis” (primeira letra das áreas de desenvolvimento, que para melhor fixação constitui a mnemónica “faceis”). Ao olharem para o pulso, os símbolos destas áreas de desenvolvimento tornam-se familiares, estão sempre presentes e recordam o seu plano de vida e de formação.

O nosso lema é “partilhar”. É o que fazemos. Já o fizemos com as fichas de diagnóstico e de sistema de progresso. Façamos todos o mesmo, e ficaremos todos mais enriquecidos.

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2 comentários leave one →
  1. jose augusto permalink
    Fevereiro 17, 2011 23:52

    Com um assistente assim que mais queremos nós dirigentes… com as grandes ideias que ele vai dando só temos o nosso trabalho facilitado. Obrigado Padre José Carlos pelo seu grande empenho neste novo processo educativo do CNE…

  2. Fevereiro 18, 2011 14:50

    A estrada da vida tem dois sentidos. E tal como na agricultura, precisamos semear para depois colher. Neste projecto educativo, precisamos todos de nos empenharmos para marcar a vida das nossas crianças e jovens com um sinal +.
    Acredito que a educação silenciosa, natural e instintiva (porque não dizer involuntária) talvez seja mais significativa. Estar a encher os miúdos com teorias, e conteúdos, em que eles assumem uma postura passiva, não é de todo a melhor estratégia. É necessário que a educação seja mais simples, natural, instintiva, competindo ao formador acompanhar, orientar, fazer refletir, desenvolvendo um espírito crítico, vincular o saber à acção, converter a informação em conhecimento e este em sabedoria.
    Aprender é mudar. E nós dirigentes também precisamos de arriscar, não ter medo de mudar as estratégias e metodologias educativas.

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