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Catequistas com nova atitude

Maio 18, 2011

Publico um texto que resume uma acção de formação para catequistas, e que se encontra neste endereço: http://www.catequese.net/index.php?option=com_content&view=article&id=291:o-catequista-nova-fisionomia-em-analise&catid=43:catequistas&Itemid=63

Na tarde do dia de hoje Enzo Biemmmi abordou a temática “Problemáticas e oportunidades para a formação de catequistas”.

Na sua segunda intervenção nos trabalhos que decorrem na Guarda, Enzo Biemmi falou num “horizonte de um cristianismo da graça”, que apresenta “uma catequese de proposta no registo da surpresa, as atitudes de liberdade e de gratuidade consideradas como dimensões essenciais da fé”.

Dando aos presentes o seu próprio exemplo, o presidente da Equipa Europeia de Catequese defendeu uma nova lógica para os catequistas, uma “lógica formativa de acompanhante/formador”.

“O esforço da fé implica que o evangelizador se deixe acolher na vida, nas perguntas, nas dúvidas, na necessidade de vida do outro. E não se trata de uma estratégia didáctica, mas de uma profunda atitude humana”, lembrou.

Para Enzo Biemmi, o acompanhamento “completa a sua tarefa logo que o acompanhante desaparece; o desaparecimento do educador é a condição da interiorização da sua acção educativa”.

Biemmi recordou alguns exemplo que havia dado na conferencia de manhã para afirmar que “os nossos catequistas, e nós também, fomos formados para educar uma fé que já lá estava”.

Consciente da mudança que ocorre na sociedade actual, o presidente da Equipa europeia lembrou que hoje, a realidade exige do catequistas “uma série de competências” em quatro áreas distintas- “teológica, cultural, pedagógica e espiritual”.

“O que podemos esperar do catequista, a este respeito, é que ele possa falar da fé ou dá-la a descobrir, não de forma abstracta e separada da vida mas, ao contrário, apoiando-se em tudo o que constitui o concreto da vida, apelando a todos os valores e recursos do meio”, indicou.

Enzo Biemmi considera que os dias de hoje são “uma belíssima época para a fé”.

“Não devemos sentir saudades da sociedade de cristandade. Devemos, sim, deixar os nossos olhos encantarem-se com o reconhecimento da acção de Deus nos homens e mulheres de hoje”, concluiu.

3 comentários leave one →
  1. Miná permalink
    Maio 18, 2011 20:50

    Começo por dizer que nunca ouvi falar desta Equipa Europeia de Catequese! E que gostaria de poder participar nestes encontros.
    Duas ideias que me ficaram…« os dias de hoje são uma belíssima época para a fé»: no mínimo é ousada esta afirmação, pois sabemos quão descrinitizada está a sociedade actual, mas não deixa de ser um desafio para cada um de nós!
    A segunda refere-se ao último parágrafo que acho lindo e dá que pensar!

  2. fatima permalink
    Maio 22, 2011 18:31

    Obrigada pela partilha!
    Parabens pela nova face, esta com ares de primavera…

  3. Maio 30, 2011 22:27

    Muitas vezes, como catequista e não só, eu sinto vontade de saber mais para poder transmitir mais.Uma coisa eu tenho certeza a fé é um sentimento muito proprio que eu não posso fazer os outros sentir, mas posso apontar caminhos para lá chegarem.

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