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3º domingo do advento

Dezembro 12, 2011

Quem és tu? Perguntaram a João.

É a mesma pergunta que precisamos fazer a nós mesmos. Quem sou eu? Não o que tenho ou faço. Não a família a que pertenço. Mas quem sou eu? Quais são os meus pensamentos? Como lido com os pensamentos stressantes? Como lido com as adversidades? Sou eu mesmo, a o meu ego, que não passa de uma falsa imagem de mim mesmo? Eu não sou os meus medos. Eu não sou as minhas fobias.
Urge fazer a viagem ao sítio mais longínquo que temos: ao nosso interior, onde nos encontraremos com a verdade da nossa essência. Só que a fechadura dessa porta tem uma manha: não abre por fora, apenas por dentro. Enquanto eu não abrir, vão continuar a existir zonas escuras, nos quartos do nosso coração. Chegou a altura de abrir as janelas e portas, e deixar que a Luz entre e conquiste as trevas. As desculpas impedem de ver a verdade. Apenas a verdade nos liberta. Mexer pode doer, mas só assim começa o processo de cura.
A vida é uma arte. E como tal, exige aprendizagem.

Tal como João Batista, eu quero ser testemunha da Luz. Não sou a Luz, mas pretendo ser sua testemunha. Quero que ela ilumine todos os recantos do meu ser, para melhor a difundir.
Quando a luz começa a brilhar, para quem vive na escuridão, custa a habituar. Mas depois… como o mundo é bonito… fora da escuridão. Experimenta.

One Comment leave one →
  1. Miná permalink
    Dezembro 14, 2011 00:11

    « A vida é uma arte, e como tal exige aprendizagem»

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